Você se acha uma mulher controladora?

Sente que tem que segurar tudo em suas mãos, senão as coisas não acontecem?

Sente que precisa dar conta de tudo e para dar conta vive como um robozinho programado para fazer tudo dar certo?

Tentar controlar coisas, pessoas e situações é algo muito comum, mas que traz muito sofrimento pra todas nós e sabe por quê?

 

Porque na verdade não controlamos coisa nenhuma!

 

Vivemos na ilusão do controle, mas observe a sua vida, tem certeza que você controla tudo e tudo sai como você espera só porque decidiu controlar?

Precisamos cair na real: não controlamos nadica de nada!

De repente, vem a vida, como um tsunami, tira tudo do lugar e pronto, constatamos essa falta de controle das coisas, imediatamente!

Mas se sabemos que não controlamos coisa alguma, por que tentamos?

Bom, a raiz da tentativa do controle está no medo da nossa vulnerabilidade humana!

Existe uma lógica de que “se eu controlar, eu terei tudo de forma previsível, tudo vai acontecer dentro de uma linha de garantia e então, eu posso continuar acreditando que tudo vai sempre acontecer como eu quero!”

Claro que isso não é consciente, né amores, mas vamos combinar que ter garantias a gente adora não é?

Diante dessa lógica, quando se está no controle de pessoas, coisas e situações e tudo sai como o planejado, não se entra em contato com emoções e sentimentos que nos deixam vulneráveis e sem o contato com nossa vulnerabilidade humana, seguimos na vida como se fossemos a mulher maravilha e se ainda não somos tentamos ser!

 

NÃO! NUNCA SEREMOS A MULHER MARAVILHA!

 

Esquece! Você é humana! É vulnerável...

Vulnerável, no sentido de ter sentimento humanos... vulnerável no sentido de ser mortal... vulnerável no sentido de viver uma vida que tem alegria, amor, uma porção de coisas boas, mas também tem dor e sofrimento!

Constatar a vulnerabilidade que somos enquanto seres humanos faz com que queiramos controlar tudo para ficarmos num “espaço confortável” da mulher maravilha, que resolve tudo, luta contra o mal e vence no final!

 

Está fazendo sentido?

 

Tá bom, Dani! Eu entendi que não controlo nada, que sou um ser humano e existe vulnerabilidade, mas eu ainda me pego tentando controlar. Faço o quê com isso?


	Esteja presente para se perceber humana. Entre em contato com o que sente. Pare de fugir da sua natureza humana... humanos sentem e nós podemos aprender a lidar com as nossas emoções e sentimentos. Permitir-se sentir, por si só, não traz qualquer dor. Permitir-se sentir é reconhecer sua natureza!
	Perceba a sua tentativa de tentar controlar as coisas, pessoas ou situações e ao aperceber-se disso, pergunte-se: “por que estou fazendo isso? Do que estou com medo?”
	Esteja em grupos de mulheres, faça psicoterapia, invista no seu processo de autoconhecimento, pois ao fazer isso, perceberá que não está só, que as dores e alegrias humanas são muito parecidas, apesar de suas diferenças.
	Desenvolva a virtude da confiança: confie em Deus (Vida, Universo, Natureza, o nome que queira dar), confie em si mesma e confie nas pessoas que você tem no seu círculo familiar ou de amigos.


A virtude da confiança é muito necessária para aprendermos a soltar o medo e reconhecermos que existe muita força em nossa vulnerabilidade humana e que, apesar dela, podemos nos entregar ao fluxo da existência, pois sempre somos e seremos amparadas.

 

Solte-se.

Entregue-se.

Permita-se!

 

Com amor,

Dani

 

 

 

Por que tentamos controlar tudo?

Você se acha uma mulher controladora?

Sente que tem que segurar tudo em suas mãos, senão as coisas não acontecem?

Sente que precisa dar conta de tudo e para dar conta vive como um robozinho programado para fazer tudo dar certo?

Tentar controlar coisas, pessoas e situações é algo muito comum, mas que traz muito sofrimento pra todas nós e sabe por quê?

 

Porque na verdade não controlamos coisa nenhuma!

 

Vivemos na ilusão do controle, mas observe a sua vida, tem certeza que você controla tudo e tudo sai como você espera só porque decidiu controlar?

Precisamos cair na real: não controlamos nadica de nada!

De repente, vem a vida, como um tsunami, tira tudo do lugar e pronto, constatamos essa falta de controle das coisas, imediatamente!

Mas se sabemos que não controlamos coisa alguma, por que tentamos?

Bom, a raiz da tentativa do controle está no medo da nossa vulnerabilidade humana!

Existe uma lógica de que “se eu controlar, eu terei tudo de forma previsível, tudo vai acontecer dentro de uma linha de garantia e então, eu posso continuar acreditando que tudo vai sempre acontecer como eu quero!”

Claro que isso não é consciente, né amores, mas vamos combinar que ter garantias a gente adora não é?

Diante dessa lógica, quando se está no controle de pessoas, coisas e situações e tudo sai como o planejado, não se entra em contato com emoções e sentimentos que nos deixam vulneráveis e sem o contato com nossa vulnerabilidade humana, seguimos na vida como se fossemos a mulher maravilha e se ainda não somos tentamos ser!

 

NÃO! NUNCA SEREMOS A MULHER MARAVILHA!

 

Esquece! Você é humana! É vulnerável...

Vulnerável, no sentido de ter sentimento humanos... vulnerável no sentido de ser mortal... vulnerável no sentido de viver uma vida que tem alegria, amor, uma porção de coisas boas, mas também tem dor e sofrimento!

Constatar a vulnerabilidade que somos enquanto seres humanos faz com que queiramos controlar tudo para ficarmos num “espaço confortável” da mulher maravilha, que resolve tudo, luta contra o mal e vence no final!

 

Está fazendo sentido?

 

Tá bom, Dani! Eu entendi que não controlo nada, que sou um ser humano e existe vulnerabilidade, mas eu ainda me pego tentando controlar. Faço o quê com isso?

  • Esteja presente para se perceber humana. Entre em contato com o que sente. Pare de fugir da sua natureza humana... humanos sentem e nós podemos aprender a lidar com as nossas emoções e sentimentos. Permitir-se sentir, por si só, não traz qualquer dor. Permitir-se sentir é reconhecer sua natureza!
  • Perceba a sua tentativa de tentar controlar as coisas, pessoas ou situações e ao aperceber-se disso, pergunte-se: “por que estou fazendo isso? Do que estou com medo?”
  • Esteja em grupos de mulheres, faça psicoterapia, invista no seu processo de autoconhecimento, pois ao fazer isso, perceberá que não está só, que as dores e alegrias humanas são muito parecidas, apesar de suas diferenças.
  • Desenvolva a virtude da confiança: confie em Deus (Vida, Universo, Natureza, o nome que queira dar), confie em si mesma e confie nas pessoas que você tem no seu círculo familiar ou de amigos.

A virtude da confiança é muito necessária para aprendermos a soltar o medo e reconhecermos que existe muita força em nossa vulnerabilidade humana e que, apesar dela, podemos nos entregar ao fluxo da existência, pois sempre somos e seremos amparadas.

 

Solte-se.

Entregue-se.

Permita-se!

 

Com amor,

Dani

 

 

 

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