A nossa mente deveria ser um apoio ao nosso coração e não o contrário!

Quando decidimos morar na cabeça, ativando em nós a mulher tarefeira, desconectamos do fio invisível que conecta a mente ao coração e então, como um cavalo sem freio e desgovernado, a mente sai fazendo o que nasceu pra fazer: tarefas.

O sentir, a intuição, a percepção de si mesma, do seu corpo e do seu entorno, a força feminina, vêm do nosso coração!

Estamos profundamente desconectadas de nós mesmas e o preço que pagamos é nos sentirmos exaustas, com a autocrítica nas alturas, sem saber o que queremos e para onde vamos, com as relações no piloto automático e sentindo-nos infelizes.

Perdemos a capacidade de escutarmos as nossas necessidades internas.

Mas qual será então o caminho para essa conexão com o nosso sentir, o nosso corpo e o nosso coração?

Eu te sugiro começar com perguntas simples, mas poderosas:

- “O que eu quero de verdade?”
- “Isso é realmente bom pra mim?”
- “Será que eu quero mesmo isso aqui?”
- “Do que eu preciso agora?”

Você não vai fazer essas perguntas de forma automática e de repente obter respostas, já te adianto.

Você precisa respirar diariamente, fazer as perguntas e soltar, confiante que o tempo do seu coração e da sua intuição não são instantâneos, confiante de que a resposta virá.

Continue fazendo as perguntas e abra-se para receber as respostas.

O resultado virá no tempo certo!
Confie no processo.


Com amor,
Dani

 

 

O caminho do coração

A nossa mente deveria ser um apoio ao nosso coração e não o contrário!

Quando decidimos morar na cabeça, ativando em nós a mulher tarefeira, desconectamos do fio invisível que conecta a mente ao coração e então, como um cavalo sem freio e desgovernado, a mente sai fazendo o que nasceu pra fazer: tarefas.

O sentir, a intuição, a percepção de si mesma, do seu corpo e do seu entorno, a força feminina, vêm do nosso coração!

Estamos profundamente desconectadas de nós mesmas e o preço que pagamos é nos sentirmos exaustas, com a autocrítica nas alturas, sem saber o que queremos e para onde vamos, com as relações no piloto automático e sentindo-nos infelizes.

Perdemos a capacidade de escutarmos as nossas necessidades internas.

Mas qual será então o caminho para essa conexão com o nosso sentir, o nosso corpo e o nosso coração?

Eu te sugiro começar com perguntas simples, mas poderosas:

- “O que eu quero de verdade?”
- “Isso é realmente bom pra mim?”
- “Será que eu quero mesmo isso aqui?”
- “Do que eu preciso agora?”

Você não vai fazer essas perguntas de forma automática e de repente obter respostas, já te adianto.

Você precisa respirar diariamente, fazer as perguntas e soltar, confiante que o tempo do seu coração e da sua intuição não são instantâneos, confiante de que a resposta virá.

Continue fazendo as perguntas e abra-se para receber as respostas.

O resultado virá no tempo certo!
Confie no processo.


Com amor,
Dani

 

 

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